quinta-feira, 18 de maio de 2017

CCE'S Empreendendorismo

ESTUDOS DAS CCE's-

CCE 1 – Busca de oportunidades e iniciativa:
·         Faz as coisas antes de solicitado ou antes de forçado pelas circunstâncias;
·         Age para expandir o negócio a novas áreas, produtos ou serviços;
·         Aproveita oportunidades fora do comum para começar um negócio, obter financiamento, equipamentos, local de trabalho ou assistência.
Capacidade de antever-se aos fatos e criar novas oportunidades de negócios, desenvolver novos produtos e serviços, propor soluções inovadoras. Esta é a característica de coragem do empreendedor de sucesso. Coragem de encarar o desconhecido, pois agir antes de ser forçado por circunstâncias. Ser empreendedor é ter visão, e criar alternativas emergenciais para solucionar possíveis problemas de futuro.

CCE 2 – Correr riscos calculados:
·         Avalia alternativas e calcula riscos deliberadamente;
·         Age para reduzir os riscos ou controlar os resultados;
·         Coloca-se em situações que implicam desafios ou riscos moderados.
Expor-se somente a situações no risco de exposição na medida certa, avaliar alternativas, calcular os riscos e agir para controlar resultados e redução dos mesmos. Disposição de assumir desafios e responder pessoalmente por eles. Ser capaz de enfrentar desafios sem colocar tudo a perder, evitando agir de forma impensada. É a característica que faz com que o empreendedor avalie as alternativas antes da ação.
Se possível o empreendedor deve focar em desenvolver negócios com baixo investimento e ampliá-lo em escala orgânica, e, jamais colocar em risco um alto aporte de capital ou patrimônio, isto é inato e princípio básico do investidor.

CCE 3 – Exigência de qualidade e eficiência:
·         Encontra maneiras de fazer as coisas melhor, mais rápido ou mais barato;
·         Age de maneira a fazer coisas que satisfaçam ou excedam padrões de excelência;
·         Desenvolve ou utiliza procedimentos para assegurar que o trabalho seja terminado a tempo ou que atenda a padrões de qualidade previamente combinados.
Fazer as coisas qualitativas, mais rápido e mais barato, exceder os padrões de excelência e assegurar que o trabalho seja concluído a tempo e na qualidade combinada ou mais. Esta característica é a paixão do empreendedor exitoso. Sempre buscar uma forma de melhorar o que tem que ser feito, diminuir o tempo, reduzir os custos. Estar sempre insatisfeito com o que foi feito. A insatisfação é a energia da mudança. É uma característica de processo contínuo.

CCE 4 – Persistência:
·         Age diante de um obstáculo significativo;
·         Age repetidamente ou muda de estratégia a fim de enfrentar um desafio ou superar um obstáculo;
·         Faz um sacrifício pessoal ou despende um esforço extraordinário para completar uma tarefa.
Agir diante de barrerias "intransponíveis", mudar a estratégia para enfrentar desafios, assumir responsabilidade para atingir as metas. Enfrentar os obstáculos decididamente, buscando o sucesso a todo custo, mantendo ou mudando as estratégias, de acordo com as situações. Esta característica é o combustível do sucesso, buscar formas diferentes de alcançar os objetivos, incansavelmente querer algo satisfatório e continuar a jornada quando muitos preferem desistir.

CCE 5 – Comprometimento:
·         Assume responsabilidade pessoal por solucionar problemas que possam prejudicar a conclusão de um trabalho nas condições estipuladas;
·         Colabora com seus empregados ou coloca-se no lugar deles, se necessário, para terminar uma tarefa;
·         Esforça-se em manter os clientes satisfeitos e coloca a boa vontade a longo prazo acima do lucro a curto prazo.
Fazer sacrifício pessoal ou despender esforço extraordinário para completar uma tarefa; colaborar-se com os subordinados e até mesmo assumir o lugar deles para terminar um trabalho quando necessário for; esmerar-se para manter os clientes satisfeitos e colocar a boa vontade a longo prazo acima do lucro a curto prazo. Sempre fazer o que diz, cumprir os compromissos, ser fiel a tudo o que foi combinado. Não podemos esquecer que cada minuto de atraso torna os outros muito mais exigentes. Com esta característica nós vamos decidir se vamos ganhar ou perder no mercado mundial. Comprometimento é o valor humano do empreendedor.

CONJUNTO DE PLANEJAMENTO

CCE 6 – Busca de informações:
·         Dedica-se pessoalmente a obter informações de clientes, fornecedores ou concorrentes;
·         Investiga pessoalmente como fabricar um produto ou fornecer um serviço;
·         Consulta especialistas para obter assistência técnica ou comercial.
Dedicar-se a obter informações necessárias ao negócio, investigar como fazer o produto ou serviço, consultar especialistas. Buscar obter informações sobre clientes, fornecedores ou concorrentes; investigar como fabricar um produto ou prestar um serviço; consultar especialistas para obter assessoria técnica ou comercial. Para se ter sucesso é necessário ser pessoa curiosa, perguntar tudo a todos: clientes, concorrentes, fornecedores, e inovações. Estar sempre interagindo com o mercado. Busca de informações é a pedra angular, é a base de toda atividade exitosa.

CCE 7 – Estabelecimento de metas:
·         Estabelece metas e objetivos que são desafiantes e que têm significado pessoal;
·         Tem visão de longo prazo, clara e específica;
·         Estabelece objetivos de curto prazo mensuráveis.
Estabelecer metas com propósito forte e representam desafios e com grande significação; definir com clareza e objetividade as metas de longo prazo; estabelecer metas de curto prazo mensuráveis e extritamente analisadas. Registrar tudo o que deve ser feito, listar sobre tudo e por escrito. Sempre saber para onde ir, nunca andar a esmo. Estabelecer Metas é o motor do empreendedor, e, é a característica mais importante.

CCE 8 – Monitoramento e planejamentos sistemáticos:
·         Planeja dividindo tarefas de grande porte em subtarefas com prazos definidos;
·         Constantemente revisa seus planos levando em conta os resultados obtidos e mudanças circunstanciais;
·         Mantém registros financeiros e utiliza-os para tomar decisões.
Planejar dividindo tarefas grandes em subtarefas com prazos definidos, revisar os planos frente aos resultados obtidos, usar registros financeiros para tomada de decisões; considerando resultados obtidos e mudanças circunstanciais. O planejamento é o mapa do empreendedor, é a bússola valiosa, contudo, difícil de ser executado por ser uma função conservadora, que exige pensamento e concentração, e o empreendedor gosta de fazer, de realizar, de estar na linha de frente. Agora, é sabido que os melhores resultados sempre ficam ao lado daqueles que planejam.

CONJUNTO DE PODER

CCE 9 – Persuasão e rede contatos:
·         Utiliza estratégias deliberadas para influenciar ou persuadir os outros;
·         Utiliza pessoas-chave como agentes para atingir seus próprios objetivos;
·         Age para desenvolver e manter relações comerciais.
Utilizar estratégias para influenciar ou persuadir os outros; utilizar pessoas-chave como agentes para atingir os objetivos e atuar para desenvolver e manter relações comerciais. O empreendedor de sucesso esta sempre em contato com pessoas e as mantem com vínculos na rede humana. Tem a capacidade de identificar em outras pessoas pontos para multiplicar sua base, para agir a fim de desenvolver networking genuíno e duradouro.

CCE 10 – Independência e auto confiança:
·         Busca autonomia em relação a normas e controles de outros;
·         Mantém seu ponto de vista mesmo diante da oposição ou de resultados inicialmente desanimadores;
·         Expressa confiança na sua própria capacidade de completar uma tarefa difícil ou de enfrentar um desafio.
Buscar autonomia em relação a normas, processos sistêmicos e procedimentos; manter os pontos de vista mesmo diante dESTUDOS DAS CCE's-

CCE 1 – Busca de oportunidades e iniciativa:
·         Faz as coisas antes de solicitado ou antes de forçado pelas circunstâncias;
·         Age para expandir o negócio a novas áreas, produtos ou serviços;
·         Aproveita oportunidades fora do comum para começar um negócio, obter financiamento, equipamentos, local de trabalho ou assistência.
Capacidade de antever-se aos fatos e criar novas oportunidades de negócios, desenvolver novos produtos e serviços, propor soluções inovadoras. Esta é a característica de coragem do empreendedor de sucesso. Coragem de encarar o desconhecido, pois agir antes de ser forçado por circunstâncias. Ser empreendedor é ter visão, e criar alternativas emergenciais para solucionar possíveis problemas de futuro.

CCE 2 – Correr riscos calculados:
·         Avalia alternativas e calcula riscos deliberadamente;
·         Age para reduzir os riscos ou controlar os resultados;
·         Coloca-se em situações que implicam desafios ou riscos moderados.
Expor-se somente a situações no risco de exposição na medida certa, avaliar alternativas, calcular os riscos e agir para controlar resultados e redução dos mesmos. Disposição de assumir desafios e responder pessoalmente por eles. Ser capaz de enfrentar desafios sem colocar tudo a perder, evitando agir de forma impensada. É a característica que faz com que o empreendedor avalie as alternativas antes da ação.
Se possível o empreendedor deve focar em desenvolver negócios com baixo investimento e ampliá-lo em escala orgânica, e, jamais colocar em risco um alto aporte de capital ou patrimônio, isto é inato e princípio básico do investidor.

CCE 3 – Exigência de qualidade e eficiência:
·         Encontra maneiras de fazer as coisas melhor, mais rápido ou mais barato;
·         Age de maneira a fazer coisas que satisfaçam ou excedam padrões de excelência;
·         Desenvolve ou utiliza procedimentos para assegurar que o trabalho seja terminado a tempo ou que atenda a padrões de qualidade previamente combinados.
Fazer as coisas qualitativas, mais rápido e mais barato, exceder os padrões de excelência e assegurar que o trabalho seja concluído a tempo e na qualidade combinada ou mais. Esta característica é a paixão do empreendedor exitoso. Sempre buscar uma forma de melhorar o que tem que ser feito, diminuir o tempo, reduzir os custos. Estar sempre insatisfeito com o que foi feito. A insatisfação é a energia da mudança. É uma característica de processo contínuo.

CCE 4 – Persistência:
·         Age diante de um obstáculo significativo;
·         Age repetidamente ou muda de estratégia a fim de enfrentar um desafio ou superar um obstáculo;
·         Faz um sacrifício pessoal ou despende um esforço extraordinário para completar uma tarefa.
Agir diante de barrerias "intransponíveis", mudar a estratégia para enfrentar desafios, assumir responsabilidade para atingir as metas. Enfrentar os obstáculos decididamente, buscando o sucesso a todo custo, mantendo ou mudando as estratégias, de acordo com as situações. Esta característica é o combustível do sucesso, buscar formas diferentes de alcançar os objetivos, incansavelmente querer algo satisfatório e continuar a jornada quando muitos preferem desistir.

CCE 5 – Comprometimento:
·         Assume responsabilidade pessoal por solucionar problemas que possam prejudicar a conclusão de um trabalho nas condições estipuladas;
·         Colabora com seus empregados ou coloca-se no lugar deles, se necessário, para terminar uma tarefa;
·         Esforça-se em manter os clientes satisfeitos e coloca a boa vontade a longo prazo acima do lucro a curto prazo.
Fazer sacrifício pessoal ou despender esforço extraordinário para completar uma tarefa; colaborar-se com os subordinados e até mesmo assumir o lugar deles para terminar um trabalho quando necessário for; esmerar-se para manter os clientes satisfeitos e colocar a boa vontade a longo prazo acima do lucro a curto prazo. Sempre fazer o que diz, cumprir os compromissos, ser fiel a tudo o que foi combinado. Não podemos esquecer que cada minuto de atraso torna os outros muito mais exigentes. Com esta característica nós vamos decidir se vamos ganhar ou perder no mercado mundial. Comprometimento é o valor humano do empreendedor.

CONJUNTO DE PLANEJAMENTO

CCE 6 – Busca de informações:
·         Dedica-se pessoalmente a obter informações de clientes, fornecedores ou concorrentes;
·         Investiga pessoalmente como fabricar um produto ou fornecer um serviço;
·         Consulta especialistas para obter assistência técnica ou comercial.
Dedicar-se a obter informações necessárias ao negócio, investigar como fazer o produto ou serviço, consultar especialistas. Buscar obter informações sobre clientes, fornecedores ou concorrentes; investigar como fabricar um produto ou prestar um serviço; consultar especialistas para obter assessoria técnica ou comercial. Para se ter sucesso é necessário ser pessoa curiosa, perguntar tudo a todos: clientes, concorrentes, fornecedores, e inovações. Estar sempre interagindo com o mercado. Busca de informações é a pedra angular, é a base de toda atividade exitosa.

CCE 7 – Estabelecimento de metas:
·         Estabelece metas e objetivos que são desafiantes e que têm significado pessoal;
·         Tem visão de longo prazo, clara e específica;
·         Estabelece objetivos de curto prazo mensuráveis.
Estabelecer metas com propósito forte e representam desafios e com grande significação; definir com clareza e objetividade as metas de longo prazo; estabelecer metas de curto prazo mensuráveis e extritamente analisadas. Registrar tudo o que deve ser feito, listar sobre tudo e por escrito. Sempre saber para onde ir, nunca andar a esmo. Estabelecer Metas é o motor do empreendedor, e, é a característica mais importante.

CCE 8 – Monitoramento e planejamentos sistemáticos:
·         Planeja dividindo tarefas de grande porte em subtarefas com prazos definidos;
·         Constantemente revisa seus planos levando em conta os resultados obtidos e mudanças circunstanciais;
·         Mantém registros financeiros e utiliza-os para tomar decisões.
Planejar dividindo tarefas grandes em subtarefas com prazos definidos, revisar os planos frente aos resultados obtidos, usar registros financeiros para tomada de decisões; considerando resultados obtidos e mudanças circunstanciais. O planejamento é o mapa do empreendedor, é a bússola valiosa, contudo, difícil de ser executado por ser uma função conservadora, que exige pensamento e concentração, e o empreendedor gosta de fazer, de realizar, de estar na linha de frente. Agora, é sabido que os melhores resultados sempre ficam ao lado daqueles que planejam.

CONJUNTO DE PODER

CCE 9 – Persuasão e rede contatos:
·         Utiliza estratégias deliberadas para influenciar ou persuadir os outros;
·         Utiliza pessoas-chave como agentes para atingir seus próprios objetivos;
·         Age para desenvolver e manter relações comerciais.
Utilizar estratégias para influenciar ou persuadir os outros; utilizar pessoas-chave como agentes para atingir os objetivos e atuar para desenvolver e manter relações comerciais. O empreendedor de sucesso esta sempre em contato com pessoas e as mantem com vínculos na rede humana. Tem a capacidade de identificar em outras pessoas pontos para multiplicar sua base, para agir a fim de desenvolver networking genuíno e duradouro.

CCE 10 – Independência e auto confiança:
·         Busca autonomia em relação a normas e controles de outros;
·         Mantém seu ponto de vista mesmo diante da oposição ou de resultados inicialmente desanimadores;
·         Expressa confiança na sua própria capacidade de completar uma tarefa difícil ou de enfrentar um desafio.
Buscar autonomia em relação a normas, processos sistêmicos e procedimentos; manter os pontos de vista mesmo diante da oposição ou de resultados desanimadores; expressar confiança na própria capacidade de complementar uma tarefa difícil ou de enfrentar desafios. Esta é a consequência de todas as outras características, não a fonte. O empreendedor é otimista, quando as coisas não dão certo, manter a confiança, ir sempre em frente por acreditar na própria capacidade de realizar aquilo a que se propõem.

“O desenvolvimento de um negócio requer habilidades muito além de competências gerenciais e de conhecimento técnico. O sucesso depende fortemente de atitude como indivíduo e ser líder de si mesmo.”

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/empreendedorismo/as-10-cces-caracteristicas-comportamentais-do-empreendedor/98830/a oposição ou de resultados desanimadores; expressar confiança na própria capacidade de complementar uma tarefa difícil ou de enfrentar desafios. Esta é a consequência de todas as outras características, não a fonte. O empreendedor é otimista, quando as coisas não dão certo, manter a confiança, ir sempre em frente por acreditar na própria capacidade de realizar aquilo a que se propõem.

“O desenvolvimento de um negócio requer habilidades muito além de competências gerenciais e de conhecimento técnico. O sucesso depende fortemente de atitude como indivíduo e ser líder de si mesmo.”


Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/empreendedorismo/as-10-cces-caracteristicas-comportamentais-do-empreendedor/98830/

sábado, 18 de março de 2017

TRABALHO DE FILOSOFIA EJA-2017



Orientações:

1)    O trabalho poderá ser feito em dupla.
2)    Fazer MANUAL, não podendo ter nada impresso a não ser a capa nos moldes da ABNT. Pergunta e somente a resposta certa, não havendo a necessidade de copiar as de alternativa. SOMENTE A RESPOSTA CERTA.
3)    Data prevista de entrega:
                                                                                                         Valor: 0 a 25 pontos
Noturno: 08 de maio de 2017

4)    A não realização do trabalho implica em nota zerada. O prazo é suficiente para ser feito e entregue na data agendada. Não serão aceitas justificativas algumas para a não entrega no prazo certo.
5)    Qualquer eventualidade será comunicada em tempo hábil.

6)    Baixe o livro pela internet no link abaixo e faça a leitura dele.

https://apreendaapreender.files.wordpress.com/2012/05/o-pequeno-principe.pdf

7)    Após ter lido o livro, responda as perguntas abaixo.

Nas frases seguintes, escolha a opção correta para cada caso:

1 - Exupéry dedica o seu livro
a. à mãe
b. aos filhos
c. ao seu maior amigo

2 - Enquanto criança, o narrador desenhou
a. um chapéu
b. uma jiboia digerindo um elefante
c. uma flor

3 - O Principezinho dá ao narrador
a. o seu cachecol
b. o seu riso
c. a sua flor

4 - O avião do narrador aterrissou 
a. no Saara
b. na Amazônia
c. na Antártida

5 - O Principezinho pediu ao narrador para desenhar
a. uma árvore
b. um avião
c. uma ovelha

6 - O planeta do Principezinho era
a. grande
b. pequeno
c. do tamanho de uma casa

7 - O Principezinho precisava
a. de um amigo
b. de uma casa
c. de comer

8 - No planeta do Principezinho existiam sementes terríveis de
a. urtigas
b. rabanetes
c. embondeiros

9 - O Principezinho diz: "Quando se está muito, muito triste, é bom
a. ver o pôr-do-sol
b. nadar
c. comer

10 - A flor do Principezinho tinha medo
a. dos tigres
b. da chuva
c. das correntes de ar

11- O Principezinho deveria ter avaliado a sua flor
a. pelas palavras
b. pela aparência
c. pelos atos

12 - O Principezinho fugiu do seu planeta
a. na cauda de um cometa
b. numa migração de pássaros selvagens
c. de avião

13 - O Rei propôs ao Principezinho ser Ministro
a. da educação
b. da justiça
c. das finanças

14 - No segundo planeta vivia
a. um vaidoso
b. um egoísta
c. um glutão

15 - O bêbado bebia
a. porque gostava
b. para esquecer
c. sem motivo

16 - vida, o acendedor de candeeiros gostava mais de
a. comer
b. acender candeeiros
c. dormir

17 - A flor do Principezinho era
a. efémera
b. perene
c. nem efémera nem perene

18 - O primeiro encontro do Principezinho, na terra, foi com
a. uma serpente
b. um rato
c. uma raposa

19 - Para a raposa, "estar preso/cativo" significa
a. estar na cadeia
b. estar amarrado
c. gostar de alguém

20 - Quem diz "Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos", é
a. o Principezinho
b. a raposa
c. o agulheiro

22-A presente ficha pretende verificar se você fez uma leitura atenta da narrativa O Principezinho.
Anote V (Verdadeiro) ou F (Falso) para cada afirmação.
(     ) 1. As pessoas crescidas compreenderam os desenhos do narrador (cap. I)
(     )2. O Principezinho pediu que lhe desenhasse um elefante (cap. II)
(     )3. O desenho da ovelha foi objeto de contemplação (cap. III)
(     )4. O narrador sabia ver ovelhas através de caixas (cap. IV)
(     )5. Os embondeiros não são arbustos, mas grandes árvores (cap. V)
(     )6. O Principezinho apreciava a beleza dos crepúsculos (cap. VI)
(     )7. A flor não era única no mundo para o Principezinho (cap. VII)
(     )8. A flor exigiu uma redoma para se cobrir (cap. VIII)
(     )9. Para a sua evasão, o Principezinho aproveitou uma migração de patos selvagens (cap. IX)
(     )10. O primeiro asteróide a ser visitado era habitado por um soberano (cap. X)
(     )11. O segundo planeta era habitado por um admirador (cap. XI)
(     )12. A visita ao terceiro planeta mergulhou o Principezinho numa grande alegria (cap. XII)
(     )13. O homem de negócios administra e conta as estrelas (cap. XIII)
(     )14. Para o acendedor de candeeiros as ordens não mudaram (cap. XIV)
(     )15. O habitante do sexto planeta escrevia livros pequenos (cap. XV)
(     )16. Na Terra existem cento e onze reis (cap. XVI)
(     )17. A serpente não é mais poderosa do que um dedo de um rei (cap. XVII)
(     )18. O Principezinho atravessou o deserto e só encontrou uma flor de três pétalas (cap. XVIII)
(   )19. Quando subiu a uma montanha não muito alta, o Principezinho avistou penhascos pontiagudos (cap. XIX)
(     )20. As rosas em flor eram parecidas com a flor do Principezinho (cap. XX)
(     )21. Para a raposa, cativar significa “criar laços” (cap. XXI)
(     )22. O agulheiro separava os passageiros em pacotes de cem (cap. XXII)
(     )23. Os comprimidos eram aperfeiçoados para matar a sede (cap. XXIII)
(     )24. O narrador descobriu um poço ao nascer do dia (cap. XXIV)
(     )25. Para o Principezinho os olhos são cegos, é preciso procurar com uma lanterna (cap. XXV)
(     )26. A serpente mordeu o Principezinho junto do tornozelo (cap. XXVI)
(     )27. A ovelha terá ou não comido a flor? A dúvida persiste (cap. XXVII) 

As perguntas abaixo são dissertativas.
23- Porque Antonie parou de  desenhar?
24- Quando foi desencorajado pelas pessoas grandes a deixar de lado os desenhos de jiboias abertas ou fechadas, o que o aconselharam?
25- Além de baobás e de sua flor, o que tinha no planeta do pequeno príncipe?
26- Como ficou a flor quando viu que o principezinho iria embora?
27- Como era a flor do príncipe?
28- Cite uma característica da personalidade importante do pequeno príncipe?
29-  Porque o principezinho ficou infeliz ao encontrar com as rosas?
30-  A raposa pergunta ao príncipe se ele procura galinhas, ele disse que não. O que então ele procurava naquele momento?
31- A raposa disse ao príncipe que não brincaria com ele pois não havia sido cativada. Para ela, o que quer dizer cativar?
32- O que mais a raposa disse de cativar as pessoas?
33- Porque para a raposa, a quinta-feira era o dia maravilhoso?
34- Qual o segredo revelou a raposa ao príncipe?
35- O que disse ao príncipe ao jardim de rosas?
36-  Qual a função do guarda-chaves?
37-  O príncipe pergunta o que as pessoas fazem dentro dos trens? O que o guarda chaves responde?
38- O livro Pequeno Príncipe representa um clássico da literatura, sendo escrito a quase 70 anos e um dos livros mais lidos do mundo. A partir dessa premissa, responda as alternativa.
A)Qual a sua conclusão do livro.
B) Em que contexto podemos fazer a intersecção do livro com a filosofia?
c)Escolha um desenho do pequeno príncipe que mais te chamou a atenção e o faça nesse momento para concluir seu trabalho.  

Bom Trabalho.

domingo, 19 de junho de 2016

Trabalho para 1º Ano: Sofistas e Sócrates

Sofistas





       

Na história do pensamento grego houve uma fase muito particular que foi extremamente importante, mas de duração relativamente curta: o período dos sofistas. Esse período compreendeu os séculos IV e V a.C. e envolveu poucos, porém grandes intelectuais, pensadores e cientistas, dentre eles:Demócrito, Protágoras, Górgias e Hipías.

Os sofistas sistematizaram e transmitiram uma série de conhecimentos estudas até os dias de hoje, dominavam técnicas avançadas de discurso e atraiam muitos aprendizes. Eles não ensinavam em um determinado local, eram conferencistas itinerantes, viajando constantemente. Os sofistas ensinavam por meio de uma designação geral de filosofia que compreendia uma série de conhecimentos não abordados pela escola regular, como: física, geometria, medicina, astronomia, retórica, artes e a filosofia em si.

Antes de mais nada, os sofistas se preocupavam em manejar minuciosamente as técnicas de discurso, a tal ponto que o interlocutor se convencesse rapidamente daquilo que estavam discursando. Para eles não interessava se o que estavam falando era verdadeiro, pois o essencial era conquistar a adesão do público ouvinte.

Contrapondo-se à maiêutica de Sócrates, a retórica dos sofistas não se propunha a levar o interlocutor a questionar-se sobre a verdade dos fatos, dos princípios éticos ou dos sentimentos, ao contrário, a retórica busca inculcar no ouvinte ideologias que sejam aproveitáveis para manipulação do povo.

Entre as maiores divergências entre o pensamento dos sofistas e o de Sócrates destaca-se o fato de os sofistas cobrarem por suas lições preços bastante elevados, enquanto Sócrates lecionava muito mais por paixão do que por uma compensação financeira. Porém cabe ressaltar que naquela época os sofistas eram os únicos capazes de desenvolver uma cultura geral aprofundada e ao mesmo tempo formar oradores eficazes.

A filosofia de vida dos sofistas adotava uma visão de mundo extremamente egoísta e utilitária diante dos problemas da atividade prática, por isso foi que Sócrates se levantou fortemente contra esta doutrina. Em resumo, os sofistas eram considerados mestres da oratória, que cobravam um alto preço dos cidadãos para aplicação e ensino de suas habilidades de discurso, que para os gregos eram fundamentais para a política. Os sofistas defendiam que a verdade surgia por meio do consenso entre os homens.


Disponível em: http://www.infoescola.com/filosofia/sofistas/


Sócrates


A Vida


Quem valorizou a descoberta do homem feita pelos sofistas, orientando-a para os valores universais, segundo a via real do pensamento grego, foi Sócrates. Nasceu Sócrates em 470 ou 469 a.C., em Atenas, filho de Sofrônico, escultor, e de Fenáreta, parteira. Aprendeu a arte paterna, mas dedicou-se inteiramente à meditação e ao ensino filosófico, sem recompensa alguma, não obstante sua pobreza. Desempenhou alguns cargos políticos e foi sempre modelo irrepreensível de bom cidadão. Combateu a Potidéia, onde salvou a vida de Alcebíades e em Delium, onde carregou aos ombros a Xenofonte, gravemente ferido. Formou a sua instrução sobretudo através da reflexão pessoal, na moldura da alta cultura ateniense da época, em contato com o que de mais ilustre houve na cidade de Péricles.

Inteiramente absorvido pela sua vocação, não se deixou distrair pelas preocupações domésticas nem pelos interesses políticos. Quanto à família, podemos dizer que Sócrates não teve, por certo, uma mulher ideal na quérula Xantipa; mas também ela não teve um marido ideal no filósofo, ocupado com outros cuidados que não os domésticos.

Quanto à política, foi ele valoroso soldado e rígido magistrado. Mas, em geral, conservou-se afastado da vida pública e da política contemporânea, que contrastavam com o seu temperamento crítico e com o seu reto juízo. Julgava que devia servir a pátria conforme suas atitudes, vivendo justamente e formando cidadãos sábios, honestos, temperados - diversamente dos sofistas, que agiam para o próprio proveito e formavam grandes egoístas, capazes unicamente de se acometerem uns contra os outros e escravizar o próximo.

Entretanto, a liberdade de seus discursos, a feição austera de seu caráter, a sua atitude crítica, irônica e a conseqüente educação por ele ministrada, criaram descontentamento geral, hostilidade popular, inimizades pessoais, apesar de sua probidade. Diante da tirania popular, bem como de certos elementos racionários, aparecia Sócrates como chefe de uma aristocracia intelectual. Esse estado de ânimo hostil a Sócrates concretizou-se, tomou forma jurídica, na acusação movida contra ele por Mileto, Anito e Licon: de corromper a mocidade e negar os deuses da pátria introduzindo outros. Sócrates desdenhou defender-se diante dos juizes e da justiça humana, humilhando-se e desculpando-se mais ou menos. Tinha ele diante dos olhos da alma não uma solução empírica para a vida terrena, e sim o juízo eterno da razão, para a imortalidade. E preferiu a morte. Declarado culpado por uma pequena minoria, assentou-se com indômita fortaleza de ânimo diante do tribunal, que o condenou à pena capital com o voto da maioria.

Tendo que esperar mais de um mês a morte no cárcere - pois uma lei vedava as execuções capitais durante a viagem votiva de um navio a Delos - o discípulo Criton preparou e propôs a fuga ao Mestre. Sócrates, porém, recusou, declarando não querer absolutamente desobedecer às leis da pátria. E passou o tempo preparando-se para o passo extremo em palestras espirituais com os amigos. Especialmente famoso é o diálogo sobre a imortalidade da alma - que se teria realizado pouco antes da morte e foi descrito por Platão no Fédon com arte incomparável. Suas últimas palavras dirigidas aos discípulos, depois de ter sorvido tranqüilamente a cicuta, foram: "Devemos um galo a Esculápio". É que o deus da medicina tinha-o livrado do mal da vida com o dom da morte. Morreu Sócrates em 399 a.C. com 71 anos de idade.


Método de Sócrates


É a parte polêmica. Insistindo no perpétuo fluxo das coisas e na variabilidade extrema das impressões sensitivas determinadas pelos indivíduos que de contínuo se transformam, concluíram os sofistas pela impossibilidade absoluta e objetiva do saber. Sócrates restabelece-lhe a possibilidade, determinando o verdadeiro objeto da ciência.

O objeto da ciência não é o sensível, o particular, o indivíduo que passa; é o inteligível, o conceito que se exprime pela definição. Este conceito ou idéia geral obtém-se por um processo dialético por ele chamado indução e que consiste em comparar vários indivíduos da mesma espécie, eliminar-lhes as diferenças individuais, as qualidades mutáveis e reter-lhes o elemento comum, estável, permanente, a natureza, a essência da coisa. Por onde se vê que a indução socrática não tem o caráter demonstrativo do moderno processo lógico, que vai do fenômeno à lei, mas é um meio de generalização, que remonta do indivíduo à noção universal.

Praticamente, na exposição polêmica e didática destas idéias, Sócrates adotava sempre o diálogo, que revestia uma dúplice forma, conforme se tratava de um adversário a confutar ou de um discípulo a instruir. No primeiro caso, assumia humildemente a atitude de quem aprende e ia multiplicando as perguntas até colher o adversário presunçoso em evidente contradição e constrangê-lo à confissão humilhante de sua ignorância. É a ironia socrática. No segundo caso, tratando-se de um discípulo (e era muitas vezes o próprio adversário vencido), multiplicava ainda as perguntas, dirigindo-as agora ao fim de obter, por indução dos casos particulares e concretos, um conceito, uma definição geral do objeto em questão. A este processo pedagógico, em memória da profissão materna, denominava ele maiêutica ou engenhosa obstetrícia do espírito, que facilitava a parturição das idéias.


Doutrinas Filosóficas


A introspecção é o característico da filosofia de Sócrates. E exprime-se no famoso lema conhece-te a ti mesmo - isto é, torna-te consciente de tua ignorância - como sendo o ápice da sabedoria, que é o desejo da ciência mediante a virtude. E alcançava em Sócrates intensidade e profundidade tais, que se concretizava, se personificava na voz interior divina do gênio ou demônio.

"Conhece-te a ti mesmo" - o lema ou máxima socrática em que Sócrates cifra toda a sua vida de sábio. O perfeito conhecimento do homem é o objetivo de todas as suas especulações e a moral, o centro para o qual convergem todas as partes da filosofia. A psicologia serve-lhe de preâmbulo, a teodicéia de estímulo à virtude e de natural complemento da ética.







Atividade


1)  Copie ou imprime o texto acima, sobre os Sofistas e Sócrates.

2) Após copiar ou imprimir o texto acima responda as perguntas.

    a) Quem foram os sofistas?

    b) Qual a diferença do pensamento dos Sofistas com o de Sócrates?

    c) Qual a filosofia dos sofistas?

    d) Quem foi Sócrates?

    e) Qual o método socrático?

    f) Qual a máxima socrática? Explique.
   g) Qual a diferença entre maiêutica e ironia?