sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Ética X Moral


Aula de Filosofia (2°D-Corina)

Atividade
1- Abaixo estão listado quatro tipos de exemplos de ações que vão envolver a ética e a moral.  Você deverá escolher um deles, copiar no caderno e dar o seu parecer, neles são levantas algumas perguntas, no seu texto ou na sua resposta você deverá dar com muita ênfase suas considerações. Qualquer coisa estou a disposição: no e-mail: guiguicaiado@gmail.com. Bom trabalho! Não esqueça que na próxima semana teremos a aula de campo. (kkk) 


1)Outras vezes convivemos com situações de extrema aflição e angústia. Por exemplo, uma pessoa querida, com uma doença terminal, está viva apenas porque seu corpo está ligado a maquinas. Inconsciente, geme no sofrimento. Não seria melhor que descansasse em paz? Não seria preferível deixá-la morrer? Podemos desligar os aparelhos? Ou não temos o direito de fazê-lo? Que fazer? Qual a ação correta?

2)Uma jovem descobre que está grávida. Sente que seu corpo e seu espírito ainda não estão preparados para a gravidez. Sabe que seu parceiro, mesmo que deseje apóia-la, é tão jovem e despreparado quanto ela e que ambos não terão como se responsabilizar plenamente pela gestação, pelo parto e pela criação do filho. Ambos estão desorientados. Não sabem se poderão contar com o auxilio de suas famílias (se as tiverem). Se ela for apenas estudante, terá de deixar a escola para trabalhar, a fim de pagar o parto e arcar com as despesas da criança. Sua vida e seu futuro mudarão para sempre. Se trabalha, sabe que perderá o emprego, porque vive numa sociedade na qual os patrões discriminam as mulheres grávidas, sobretudo as solteiras. Receia não contar com a ajuda e o apoio dos amigos. Ao mesmo tempo, porém deseja a criança mas teme dar-lhe uma vida de miséria e ser injusta com quem não pediu para nascer. Pode fazer um aborto? Deve fazê-lo?

3)Um pai de família desempregado, com vários filhos pequenos e a esposa, recebe uma oferta de emprego que exige que seja desonesto e cometa irregularidade que beneficiem seu patrão. Sabe que o trabalho lhe permitirá sustentar os filhos e pagar o tratamento da esposa. Pode aceitar o emprego? Ou deve recusá-lo e ver os filhos com fome e a mulher morrendo?


4)Uma mulher vê uma criança maltrapilha e esfomeada pegar frutas e pães numa mercearia. Sabe que o dono da mercearia está passando dificuldades e que o furto fará diferença para ele. Mas também vê a miséria e a fome da criança. Deve denunciá-la, julgando que com isso a criança não se tornará um adulto ladrão e o proprietário da mercearia não terá prejuízo? Ou deverá silenciar, pois a criança corre o risco de receber punição excessiva, ser levada pela polícia ser jogado novamente ás ruas e agora, revoltada, passar do furto ao homicídio? Que fazer? 

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Maquiavélico X Maquiavelismo

Estamos acostumados a ouvir as expressões maquiavélico e maquiavelismo.. São usadas quando alguém deseja referir-se tanto à política como aos políticos, e a certas atitudes das pessoas, mesmo quando não ligadas diretamente a uma ação política (fala-se, por exemplo, num comerciante maquiavélico, numa professora maquiavélica, no maquiavelismo de certos jornais, etc.,).

Quando ouvimos ou empregamos essas expressões? Sempre que pretendemos julgar a ação ou a conduta de alguém desleal, hipócrita, fingidor, poderosamente malévolo, que brinca com sentimentos e desejos dos outros, mente-lhes, faz a eles promessas que sabe que não cumprirá, usa a boa-fé alheia em seu próprio proveito.

Falamos num "poder maquiavélico" para nos referirmos a um poder que age secretamente nos bastidores, mantendo suas intenções e finalidades desconhecidas para os cidadãos; que afirma que os fins justificam os meios e usa meios imorais, violentos e perversos para conseguir o que quer; que dá as regras do jogo, mas fica às escondidas, esperando que os jogadores causem a si mesmos sua própria ruína e destruição.

Maquiavélico e maquiavelismo fazem pensar em alguém extremamente poderoso e perverso, sedutor e enganador, que sabe levar as pessoas a fazer exatamente o que ele deseja, mesmo que sejam aniquiladas por isso. Como se nota, maquiavélico e maquiavelismo correspondem àquilo que, em nossa cultura, é considerado diabólico.

Que teria escrito Maquiavel para que gente que nunca leu sua obra e que nem mesmo sabe que existiu, um dia, em Florença, uma pessoa com esse nome, fale em maquiavélico e maquiavelismo?

Disponível em: <http://maquiaveli.blogspot.com.br/2009/09/maquiavelico-maquiavelismo.html>, acesso em 20 de agosto de 2013

Filosofia Política (Maquiavel)

Questionário: 3° ano do ensino médio.

1) O que é politica?
2) O que é poder?
3) Como o filósofo Bertrand Russell define o poder?
4) Quais as duas categorias do poder?
5) Quais são as três formas básicas do poder social? Explique cada um.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Trabalho


Leia os textos abaixo e responda as questões.

Texto I
“Viver sem filosofar equivale, verdadeiramente, a ter os olhos fechados, sem nunca procurar abri-los, e o prazer de ver todas as coisas que a nossa vista alcança não se compara à satisfação que confere o conhecimento do que se encontra pela filosofia; e enfim que este estudo é mais necessário para regrar os costumes, e conduzir-nos na vida, do que o uso dos olhos para nos guiar os passos. Os  animais que apenas possuem o corpo para conservar, ocupam-se, continuamente, com procurar alimentá-lo; mas os homens, cuja parte principal é o espírito, deveriam primacialmente empregar o tempo na pesquisa da sabedoria, o seu verdadeiro alimento.”
a) Qual a relação que podemos fazer do pensamento do filósofo Descartes com a filosofia?


Texto II
A palavra grega filósofo (philosophos) é formada em oposição a sophos, significa o que ama o saber, em contraposição ao possuidor de conhecimentos que se designava por sábio. Este sentido da palavra manteve-se até hoje: é a demanda da verdade e não a sua posse que constitui a essência da Filosofia, muito embora tenha sido frequentemente traída pelo dogmatismo, isto é, por um saber expresso em dogmas definitivos, perfeitos e doutrinais. Filosofar significa «estar-a-caminho». As interrogações são mais importantes do que as respostas e cada uma destas transforma-se em nova interrogação. O «estar-a-caminho», que é o destino do homem no tempo, envolve a possibilidade de profundas satisfações e até mesmo, em certos momentos sublimes, pode conceder a plenitude. Esta não se encontra nunca num explicitável «ter-ficado-ciente», nem em dogmas e profissões de fé; realiza-se historicamente no assumir da condição humana pela qual o próprio ser nasce. O sentido do filosofar reside na conquista da realidade da situação em que sempre o indivíduo se encontra. «Estar-a-caminho» em demanda de algo ou alcançar a serenidade e a plenitude de um instante, não são definições de Filosofia. A Filosofia a nada se subordina ou se equipara. Não deriva de algo diferente. Cada filosofia define-se a si própria pelo modo como se realiza. Para saber o que é a Filosofia tem de se fazer uma tentativa. Só então a Filosofia será simultaneamente a marcha do pensamento vivo e a consciência desse pensamento (reflexão), isto é, o acto e o respectivo comentário. Só a partir da tentativa pessoal poderemos aperceber-nos do que se nos depara no Mundo com o nome de Filosofia. Podemos, no entanto, enunciar outras fórmulas relativas ao sentido da Filosofia. Nenhuma delas esgota esse sentido e nenhuma é a única válida. Na Antiguidade dizia-se que a Filosofia era (conforme o objecto) conhecimento das coisas divinas humanas, conhecimento do sendo quando sendo; era (quanto aos fins) aprender a morrer, o esforço pensante para atingir a bem-aventurança; era (em sentido total) aproximação do divino, o saber dos saberes, a arte das artes, a Ciência em absoluto que não se dirige apenas a um único caminho. (…) A Filosofia é o acto da concentração pelo qual o homem se torna autenticamente o que é e participa na realidade. Embora a Filosofia possa inspirar qualquer pessoa, mesmo uma criança, sob a forma de pensamentos simples e ineficazes, a sua elaboração consciente é tarefa nunca totalmente cumprida e sempre repetida na sua totalidade presente; assim surge nas obras dos filósofos maiores e, em eco, nas dos menores. A consciência desta tarefa, qualquer que seja a forma que assuma, manter-se-á perenemente enquanto os homens forem homens. Não é de hoje o ataque radical à Filosofia, que a rejeita globalmente por supérflua e prejudicial. Para que existe?, dizem. (…) A Filosofia tem, pois, que justificar-se, o que é impossível. Não pode justificar-se partindo de qualquer outra coisa que a legitime pela sua utilidade. Só pode voltar-se para as forças que, de facto, em todos os homens os impelem a filosofar. Pode saber que se dedica à causa do homem enquanto homem, alheia a qualquer utilidade ou prejuízo, e que se processará enquanto houver homens. Nem as forças que a hostilizam podem eximir-se a reflectir sobre o sentido que lhes é próprio e a produzir certas formas de pensamento pragmáticas, que são um sucedâneo da Filosofia e estão condicionadas pelo efeito que pretendem obter — como seja o marxismo ou o fascismo. Estas mesmas formas de pensamento atestam a inevitabilidade da Filosofia. A Filosofia está sempre presente.

                                                                                                               KARL JASPERS

a)             Qual a definição de filosofia?
b)             O que significa filosofia?
c)             O que significa estar a caminho?
d)            Qual a definição de filosofia na antiguidade?
e)             Como a filosofia estará sempre presente em nossa vida?
f)              Argumente com suas palavras a frase: Não é pretensão da filosofia dar solução aos problemas e sim problematiza-los.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Planejamento Semestral

Curso
Magistério
Identificação
Semestre:  2°/2012
Disciplina
Filosofia e Sociologia da Educação

Professor
Guilherme Gomes Caiado
Período
Noturno
Ementa e Objetivos
  •  Pensar a Educação e sociedade. Importância da Sociologia da Educação para o educador. Evolução histórico-social como fator de interferência no processo educacional. Fundamentos básicos para a compreensão da vida social. Estrutura social e educação. A educação como processo socializador. Mudança social e educação. O estudo sociológico da escola. A realidade político-social brasileira. Educação e cidadania. Pobreza e escolarização. Analfabetismo e exclusão social. A educação e a comunicação na atualidade.
  •   O que é Filosofia.
  •   Cultura
  •   Ideologia e Poder.
  •    Política e Educação.
  •   Visão crítico-reflexivo da instância escola e da prática educativa.
  •   Hegemonia como relação pedagógica. O problema teoria / prática em face das diferentes visões do que é o homem, a sociedade, o conhecimento e o que são os valores.
  • As diferentes tendências pedagógicas presentes na educação brasileira.
  • A pedagogia crítica em nosso cenário educativo atual.


Conteúdo Programático

1.1             Educação e Sociedade
1.1.1          Cultura e Humanização
1.1.2          As relações de trabalho
1.1.3          As relações de poder
1.1.4          Relações culturais

1.2             O processo da Educação
1.2.1          Conceito de Educação
1.2.2          Educação Informal

1.3   Educação para a submissão
1.3.1          Educação Popular
1.3.2          Educação da Mulher

1.4   Educação e Filosofia
1.4.1          Filosofia
1.4.2          Concepção de Homem
1.4.3          Valores
1.5   Pressupostos políticos da Educação

1.6   Concepção de Educação
1.6.1          Educação e Pedagogia
1.6.2          A escola Tradicional
1.6.3          A escola Nova
1.6.4          A tendência tecnicista
1.6.5          Teorias Autoritárias
1.6.6          Desescolarização da Sociedade
1.6.7          Teorias construtivistas

1.7   Repensando a Educação
1.7.1          Possibilidade e limites da Educação

Metodologia
  •     Aulas expositivas
  •     Dinâmicas de grupo
  •        Leituras acompanhadas
  •         Fichamentos
  •     Debates
  •        Filmes/Músicas

Avaliação
1°Bimestre: 40 pts
2° Bimestre: 60 pts
Atividades, Pesquisas, Relatórios, Participação: 10 pts
Avaliação I: 10 pts
Avaliação II: 10 pts
Trabalhos: 10 pts
Atividades, Pesquisas, Relatórios, Participação, Seminário: 20 pts
Avaliação I: 15 pts
Avaliação II: 15 pts
Trabalhos: 10 pts


Origem da Filosofia


A palavra Filosofia é de origem grega. É composta por duas outras: philo e sophia. Philo deriva-se de philia, que significa amizade, amor fraterno, respeito entre os iguais. Sophia quer dizer sabedoria e dela vem a palavra sophos, isto é, sábio.
FILO
SOFIA
         Filo decorre de philía e o significado deste termo é amizade, amor. Na língua grega, há o verbo philéo, que significa sentir amizade por alguém, tratar como amigo, procurar, buscar, perseguir para encontrar.
A palavra Sophia significava, em um primeiro momento, uma espécie de habilidade manual. Em seguida, também era aplicada à ideia de sabedoria moral, sensatez, prudência. Por fim, significou um conhecimento teórico. O verbo sophízo significava tornar hábil, prudente, sábio.

            Filosofia significa, portanto, amizade pela sabedoria, amor e respeito pelo saber. Filósofo é o que ama a sabedoria, tem amizade pelo saber, deseja saber. Assim a Filosofia indica um estado de espírito da pessoa que ama, isto é, daquela que deseja, estima, procura, respeita o conhecimento.

       


Pitágoras de Samos teria afirmado que a sabedoria plena e completa pertence aos deuses, mas que os homens podem desejá-la ou amá-la, tornando-se filósofos. “Quem quiser ser filósofo necessitará enfatizar-se, transformar-se em menino”. (M. Garcia Morente) 

terça-feira, 3 de abril de 2012


Para a aula de amanhã.

Sociologia, o que é?


Sociologia - tem como objetos de estudo a sociedade, a sua organização social e os processos que interligam os indivíduos em grupo

A Sociologia é uma das Ciências Humanas que tem como objetos de estudo a sociedade, a sua organização social e os processos que interligam os indivíduos em grupos, instituições e associações. Enquanto a Psicologia estuda o indivíduo na sua singularidade, a Sociologia estuda os fenômenos sociais, compreendendo as diferentes formas de constituição das sociedades e suas culturas.
O termo Sociologia foi criado em 1838 (séc. XVIII) por Auguste Comte, que pretendia unificar todos os estudos relativos ao homem.
 A Sociologia surgiu como disciplina no século XVIII, como resposta acadêmica para um desafio que estava surgindo: o início da sociedade moderna. Com a Revolução Industrial e posteriormente com a Revolução Francesa (1789), iniciou-se uma nova era no mundo, com as quedas das monarquias e a constituição dos Estados nacionais no Ocidente. A Sociologia surge então para compreender as novas formas das sociedades, suas estruturas e organizações.
A Sociologia tem a função de, ao mesmo tempo, observar os fenômenos que se repetem nas relações sociais – e assim formular explicações gerais ou teóricas sobre o fato social –, como também se preocupa com aqueles eventos únicos, como por exemplo, o surgimento do capitalismo ou do Estado Moderno, explicando seus significados e importância que esses eventos têm na vida dos cidadãos.
A Sociologia nasce da própria sociedade, e por isso mesmo essa disciplina pode refletir interesses de alguma categoria social ou ser usado como função ideológica, contrariando o ideal de objetividade e neutralidade da ciência.
Disponível em http://www.brasilescola.com/sociologia/sociologia2.htm

Atividade:
1) Qual o significado de sociologia?
2) Qual o seu principal objetivo?
3) O que os sociólogos estudam?

Mensagem Inicial...



Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...

Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:

"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".

No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:

- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !

Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.

A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?

No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda".
Luís Fernando Veríssimo

Atividade:
1) Escreva uma texto fazendo a relação do vídeo com a mensagem de Luís Fernando Veríssimo, mostrando aquilo que você pode e espera mudar este ano em sua vida.